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sábado, 11 de julho de 2026

O que muda com a saída da Grande Loja de São Paulo da CMSB?.


Ao término da 55ª Assembleia Geral Ordinária da Confederação da Maçonaria Simbólica do Brasil (CMSB), a Grande Loja Maçônica do Estado de São Paulo (GLESP) anunciou oficialmente a sua saída da confederação. Diante disso, muitos se perguntam: o que essa decisão simboliza, oficialmente, para a Maçonaria brasileira e universal?

A resposta mais direta é: na prática, nada.

Para entender o porquê, precisamos olhar para como a estrutura maçônica funciona:

Toda e qualquer Grande Loja que integra a CMSB é totalmente soberana e independente. Estar associada ou não a confederações é uma escolha administrativa, não uma obrigação dogmática.

Organizações como a CMSB ou a Confederação Maçônica Interamericana (CMI) funcionam como corpos associativos e de cooperação. Elas não possuem poder de determinação, ingerência ou comando sobre as decisões internas de suas confederadas.

Portanto, a saída da GLESP não altera os rumos das relações institucionais e associativas entre as potências,  não afeta em nada a regularidade, os trabalhos internos ou a legitimidade da Grande Loja perante a Maçonaria universal.

A GLESP foi fundada em 1927 e é uma das Grandes Lojas pioneiras do país. O vínculo com o corpo confederativo é tão antigo que a própria CMSB foi oficialmente fundada e instalada na cidade de São Paulo, em 27 de julho de 1966.

Desde a fundação da confederação na década de 1960, a GLESP sempre se manteve como uma das colunas mais fortes e influentes da CMSB, participando ativamente de todas as assembleias, comissões de reconhecimento e decisões administrativas.

Este é, sem dúvida, um novo capítulo na história da nossa Ordem. Vamos aguardar os próximos passos e ver o que o futuro reserva para essa nova dinâmica institucional.

E você, o que pensa sobre essa mudança? 

Deixe sua opinião aqui nos comentários!

Texto Evandro Lecey. Imagem gerada por IA

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