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quinta-feira, 10 de janeiro de 2013

ARLS LIBERDADE E GLORIA 4033

A loja Primaz no Oriente de Gloria - Bahia



No dia  18.01.2010 um grupo de IIr.´. se reuniu para fundar a ARLS Liberdade e Gloria, localizada no Oriente de Gloria a 15 Km de Paulo Afonso - Bahia.  Atendendo um pedido do Grão Mestre Estadual, nosso rito chegou ao oriente de Gloria.

São fundadores da loja os IIr.´.
José Pereira, Alberto, Hildebrando, René, Valmir, Rosario, Luiz e Edmilson (estes dois últimos não aparecem na foto abaixo).

Com muito sacrificio os IIr.´. ergueram o templo da loja contando com apoio da loja União de São Francisco e de doações de amigos e IIr.´., medindo 16 x 7.


Poderoso Ir.´. Deputado Federal - William Ribeiro


Venerável Ir.´. Deputado Estadual - Josenildo Pereira de Souza.

Em seguida a loja inaugurou o seu salão nobre Eminente Grão Mestre do GOB Alagoas Ir.´. José Pereira de Souza, no momento da fundação os IIr.´. Jailton Pereira de Souza, José Pereira de Souza Filho, Josenildo Pereira de Souza (todos IIr.´. e filhos do Eminente Ir.´. José Pereira de Souza).

Estando em Glória - Bahia meus IIr.´. visite a loja e participe dos trabalhos.

Agradeço o Eminente Ir.´. José Pereira de Souza Filho (Del.´. Lit.´. Adj.´. da 4ª DRB-BA) pelas informações.




terça-feira, 8 de janeiro de 2013


Historia da Fundação da Loja União Brasileira II 2085


Loja Primaz do Rito Brasileiro no Sul do Brasil.



No dia 19 de novembro de 1980 se reuniram vários Irmãos com o propósito de fundarem a primeira Loja Maçônica do Rito Brasileiro no Sul do Brasil, no Templo da Augusta e Respeitável Loja Simbólica "Regeneração Catarinense", sito a Rua Vidal Ramos, N° 80, hoje N° 310, no Centro de Florianópolis, no Estado de Santa Catarina, uma gama de 11 (onze) valorosos, poderosos e dedicados Irmãos, sendo eles: SATURNINO EDUARDO CARDOSO, ALCIDES DE ASSUNÇÃO TAVARES, ambos da Augusta e Respeitável Loja Simbólica "Ordem e Trabalho", N.O 0787; AGOSTINHO RAMOS VIDEIRA, ALBERTO FERREIRA DE ABREU, EULÁLIO JOSÉ THOMAZ, da Augusta e Respeitável Loja Simbólica "Lauro Muller II", N.o 1.694; JUCÉLIO COSTA, GILBARDO DE CARVALHO PAES DE ANDRADE, ANTÔNIO DE LARA RIBAS, da Augusta e Respeitável Loja Simbólica "Regeneração Catarinense", Nº 0138; MÁRIO DESERTO DA SILVA, da Augusta e Respeitável Loja Simbólica "Joaquim Gonçalves Ledo", RUBENS VICIOR DA SILVA, Grão Mestre do Grande Oriente do Brasil, Jurisdição do Estado de Santa Catarina e RUI OLIMPIO DE OLIVEIRA, da Augusta e Respeitável Loja Simbólica "Campos Lobo", nº 1.310, reuniram-se para fundarem uma Loja, pois havia necessidade de ser fundado uma Loja do Rito Brasileiro; fazendo a leitura o Irmão Alberto, de uma Prancha que foi encaminhada a todas as Lojas co-irmãs, onde era traçado os objetivos e as linhas de comportamento da Loja, nascendo sob o signo da União, do Progresso, do desenvolvimento Cultural, sendo Doutrinário e Filosófico dos Irmãos, no propósito de complementar, pelo estudo e pelo trabalho Maçônico, os aspectos mais carentes, onde foram observados em outras Oficinas; onde a semente iria germinar no que é Hoje a nossa querida Loja, onde já deu seus frutos, pois já temos filhas e netas, bem como diversos Irmãos ocupando altos postos na Maçonaria Catarinense. Sendo esta primeira Sessão dirigida pelo Irmão Mário Dezerto da Silva. Foram apresentados diversos nomes para que a nossa Loja recebesse, mas de todos os apresentados, foi escolhido e aprovado o de "União Brasileira lI", não sabendo quais os outros nomes, mas acreditamos que o foi o melhor, pois este realmente representa a União de todos os nossos Irmãos, e que não dizer a União do Rito Brasileiro em Santa Catarina começando assim a vida do Rito Brasileiro em nosso Estado.

Sua primeira Administração, sendo Interina ficou assim constituída:

Venerável Mestre        Irmão Alberto Ferreira de Abreu
1º Vigilante        Irmão Jocélio Costa
2º Vigilante        Irmão Saturnino Eduardo Cardoso
Orador       Irmão Mário Dezerto da Silva
Secretario  Irmão Eulálio José Thomaz
Tesoureiro Irmão Gilbardo de Carvalho Paes de Andrade
Chanceler  Irmão Antônio de Lara Ribas
Cobridor    Irmão Agostinho Ramos Videira
Deputado Estadual     Irmão Antônio de Lara Ribas

Na Sessão do dia 19 de março de 1.981, sendo esta a primeira Sessão oficialmente, depois da fundação, o Venerável Mestre faz a leitura do Decreto N° 03, do dia 28 de janeiro de 1.981, o qual difere o pedido de Regularização Loja Provisória, bem como foram lidos os primeiros Procedimentos Preliminares para Indicação de Candidatos à Ordem, dos Profanos na época, Nereu Francisco de Campos, sendo Iniciado no dia 19 de novembro de 1.981; Gilsée Ivan Régis Filho, sendo Iniciado no dia 21 de novembro de 1.981 e Antônio Rabelo.

Na Sessão do dia 25 de agosto de 1.981, foi procedida a leitura do Decreto N.o 27, datado do dia 13 de agosto de 1.981, assinado pelo Eminente Irmão Rubens Victor da Silva, Grão Mestre do Grande Oriente do Brasil, . jurisdição do Estado de Santa Catarina, onde é nomeado o Irmão Mário Dezerto da Silva, Cadastro n.o 079.024, para ente da Comissão Regularizadora da Loja, servindo como Primeiro Vigilante o Irmão Jonas da Silva e como Orador o Irmão Rogério Bonassis de Albuquerque. O Juramento foi feito pelos Irmãos Alberto Ferreira de Abreu, Saturnino Eduardo Cardoso, Mário Dezerto da Silva, Eulálio José Thomaz, Gilbardo de Carvalho Paes de Andrade, Antônio de Lara Ribas, Agostinho Ramos Videira e Rubens Victor da Silva.

A Loja trabalhou em diversos endereços, nos Templos das Lojas "Regeneração Catarinense", a Rua Vidal Ramos, Nº 310; "Ordem e Trabalho",Nº 87, Rua dos Ilhéus, N.O 8, 12° andar, e atualmente estamos trabalhos em nosso próprio Templo, que conseguido com sacrifício, mas mais uma vez com a União, nosso sonho tornou-se realidade, pois temos um Templo próprio para trabalhar em conjunto com as Augustas e Respeitáveis Lojas Simbólicas "Professor Mâncio da Costa, "Lauro Muller lI" e "Campos Lobo", fazendo parte da Fundação da Arte Real.
História relatada pelo nosso estimado Ir. Antonio Medeiros Gouveia :
Existe uma história a mais na fundação da Loja. Ela foi constituída para da condições ao Ir. Rubens Vitor da Silva no cargo de Grão Mestre, pois ele recebeu o placet-ex-officio da Loja Ordem e Trabalho e não tinha Loja para manter o primeiro malhete de nosso Grande Oriente.
O fato surgiu com a eleição em 1979 para que fosse constituído um novo Grande Oriente em nosso Estado.
Nas urnas, o Irmão Silvio Veloso foi vitorioso, mas o Ir. Rubens entrou com recurso no Tribunal afirmando que a Loja Ordem e Trabalho estava irregular.
Você imagine o que aconteceu em seguida.
Durante os seus primeiros anos participei com o Ir. Mário Deserto da Silva dos trabalhos da Loja. Ele sempre trazida um aparelho manual para tocar a música de ingresso e encerramento. Foi com ele que dei os primeiros passos no Rito Brasileiro.
Sds do Gouveia.





Veneráveis Mestres  da Loja União Brasileira


V.'.M.'. 
Ir.'.Fernando Zornitta Pimentel



Irmão Juliano Clasen Kremer
21° VENERAVÉL MESTRE
de 14-06-11 a 14-06-12

Irmão Sebastião Mauricio dos Santos
20 ° VENERAVÉL MESTRE
de 15-06-09 a 14-06-11




Irmão João Roberto Wiese
19° VENERAVÉL MESTRE
de 09-06-09 a 15-06-10

Irmão Itamar Luiz de Oliveira
18º VENERÁVEL MESTRE

de 10-06-08 a 09-06-09

Irmão Antonio Bencz
17º VENERÁVEL MESTRE
de 12-06-07 a 10-06-08


Irmão Luiz Cláudio Comarella
16º VENERÁVEL MESTRE
de 13-06-06 a 12-06-2007

Irmão Daniel Barreto
15º VENERÁVEL MESTRE
de 14-06-05 a 13-06-06

Irmão Guilherme Rodrigues de Lisboa
14º VENERÁVEL MESTRE
de 15-06-04 a 14-06-05
Biografia

Histórico Profissional : Advogado Formado em Direito pela UNISUL com habilitação em direito empresarial, exerceu a atividade de professor do curso de graduação em direito da UNISUL; atualmente exerce a advocacia voltada ao direito empresarial.

Histórico Maçônico : iniciado em setembro de 1999 na Loja União Brasileira, assumiu o cargo de Venerável Mestre em 15 de junho de 2004, na gestão 2004/2005 aos 25 anos de idade (mais novo da história no Estado). Ocupou também os cargos de orador, secretário, primeiro vigilante e deputado estadual. Condecorado com a Medalha Álvaro Palmeira pelo Supremo Conclave do Rito Brasileiro e condecorado com a Medalha de Mérito do Grande Oriente do Brasil - Santa Catarina.

Data da Iniciação:28/09/1999
Data da Elevação: 19/09/2000
Data da Exaltação: 08/05/2001

Foi Venerável Mestre : Instalado em 15 de junho de 2004, assumiu o cargo de Venerável Mestre da Loja União Brasileira pelo mandado de um ano na gestão 2004/2005

Foi membro da APJ/GOB, tendo ingressado em 1993, no núcleo Alfa União e Verdade. É fundador dos Núcleos Alfa: Cruzeiro do Sul, Estrela do Continente e Príncipe de Joinville. Ocupou os cargos de orador, mestre de cerimônias, tesoureiro, primeiro vice-presidente, e presidente. Desligou-se da APJ em 29 de outubro de 1999.

É membro efetivo e fundador do Ilustre e Sublime Capítulo União Brasileira, nº 74, do Rito Brasileiro, o qual assumiu a função de Aterzata em 14/12/2010

É membro fundador da ARLS Cavaleiros da Luz, do rito York e membro da Oficina Integrada dos Graus Superiores Mário Deserto da Silva, atualmente no Grau 33 – Servidor da Ordem e da Pátria

Irmão Victor Jason da S. Coelho
13º VENERÁVEL MESTRE
de 10-06-03 a 15-06-04

Irmão Clovis Amaral Jr. 
12º VENERÁVEL MESTREde 11-06-02 a 10-06-03Biografia
Histórico Maçônico:

Iniciação: 11-06-94
Elevação: 13-06-1995
Exaltação:05-12-1995
Cargos em Loja:
-Mestre de Cerimônia Adjunto na Adm.João Roque Cardoso
-Secretário, na Adm. Ronaldo Fagundes Monteiro
-Chanceler, na Adm. Ervino renato Scheidt
-2º Vigilante, na Adm. Luiz Augusto Martins
-1º Vigilante, na Adm Carlos A. Schmidt
Venerável Mestre Instalado em:11-06-2002
Principais atividades como Venerável: Implantou no Quadro de Cultura, apresentações de trabalhos sobre temas diversos, com a Loja em recreação, para que, reunidos todos no Ocidente, o assunto pudesse ser debatido livremente.
Aprovou o regulamentoe implantaou o Fundo de Benificência , para ajuda aos irmãos, modelo copiado por outras Lojas do GOB-SC. Junto com os demais Veneráveis do Rito Brasileiro da grande Florianópolis, implantou o Conselho de Veneráveis, para que fossem criadas atividades conjuntas proporcionando uma maior integração entre as Lojas do Rito.
Implantou um Calendário conjunto com as Sessões Magnas das demais Lojas do Rito.


Irmão Carlos Alfredo Schmidt 11º VENERÁVEL MESTRE
de 0-6-06-01 a 11-06-02Biografia
Nome: CARLOS ALFREDO SCHMIDT

Natural de FLORIANÓPOLIS
Casado com a Sra. ROSANA PAGANINI, tem o casal filhos – NÃO.
Profissão: ECONOMISTA - FORMADO PELA UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA.
  PÓS - GRADUADO EM ENGENHARIA ECONÔMICA TAMBÉM PELA UFSC.

Histórico Profissional: - ECONOMISTA DA CELESC DISTRIBUIÇÃO S.A DESDE 1986.
- PROFESSOR DESDE 1988 ATÉ A PRESENTE DATA.
- AUDITOR GERAL DA CELESC DE 1999 A 2002                                  - -ATUALMENTE, AUDITOR INTERNO DA EMPRESA.

Histórico Maçônico
Data da Iniciação: 28 DE AGOSTO DE 1993.
Data da Elevação: 13 DE SETEMBRO DE 1994.
Data da Exaltação: 10 DE MARÇO DE 1995.
Mestre Instalado:   10 DE JUNHO DE 2001.
Cargos que ocupou e ocupa em loja: - TESOUREIRO POR 03 (TRÊS)
ADMINISTRAÇÕES.
- ORADOR POR 02 (DUAS) ADMINISTRAÇÕES.
- SEGUNDO VIGILANTE
- PRIMEIRO VIGILANTE
- VENERÁVEL MESTRE-
É membro fundador de Lojas Simbólicas e Corpos Filosóficos: FUNDADOR DA GRANDE OFICINA INTEGRADA DE GRAUS  SUPERIORES "MÁRIO DESERTO DA SILVA".
Foi Venerável Mestre: DA LOJA MAÇÔNICA UNIÃO BRASILEIRA II -NÚMERO 2.085.  DE 10 DE JUNHO 2001 A 10 DE JUNHO 2002.
Membro do Capítulo. E Grau: CAPÍTULO 11 DE NOVEMBRO GRAU 33 DO RITO BRASILEIRO -
SERVIDOR DA ORDEM DA PÁTRIA E DA HUMANIDADE.
ATIVIDADES DESENVOLVIDAS DURANTE A VENERABILIDADE
- DINAMIZAÇÃO DAS ATIVIDADES DA FRATERNIDADE FEMININA DA LOJA;
- INSCRIÇÃO DA LOJA NO CADASTRO DA RECEITA FEDERAL (CNPJ);
- ABERTURA DE CONTA BANCÁRIA COM CARNÊ DE COBRANÇA DAS MENSALIDADES;
- REALIZAÇÃO DE DIVERSOS CAFÉS BENEFICENTES PARA ENTIDADES FILANTRÓPICAS;
- VIAGEM À GRAMADO COM PRATICAMENTE TODOS OS MEMBROS DA LOJA.


Irmão Luiz Augusto Pereira
10º VENERÁVEL MESTRE
de 20-06-00 a 06-06-01

BIOGRAFIA


Natural de Barra Mansa - RJ 
Casado com a Sra. Marcy de Andrade Martins -   filhos –Luciana , Denise , Danielle e Mauricio de Andrade Martins
Profissão: Empresário. 
Histórico Profissional : 16 anos Grupo Saint-Gobain ( Brasilit )
                                      5 anos Intelbras - Diretor
                                    12 anos Dígitro - Diretor 
Histórico Maçônico:
Data da Iniciação:   28-08-93
Data da Elevação:   13-09-94
Data da Exaltação:  10-03-95
Cargos que ocupou em loja:
Orador
1ºVigilante
Venerável Mestre  instalado em : 06-06-2.000 
Membro do Capítulo -  Kadosh - Grau  :  30 .      


Irmão Renato Scheidt
9º VENERÁVEL MESTRE
de 29-06-98 a 20-06-00

Irmão Ronaldo Fagundes Monteiro
8º VENERÁVEL MESTRE
de 12-06-97 a 20-06-98

Irmão João R Cardoso
7º VENERÁVEL MESTRE
de 27-06-95 a 12-06-97

Irmão Nério Vicente
6º VENERÁVEL MESTRE
de 01-08-93 a 27-06-95

Irmão João José Victorio Dorigon
5º VENERÁVEL MESTRE
de 21-06-91 a 01-08-93

Irmão Israel Lisboa 
4º VENERÁVEL MESTRE
De 12-06-87 a 21-06-91

Irmão Mario Deserto da Silva 
3º VENERÁVEL MESTRE
De 30-08-83 a 12-06-87

Irmão Jocélio Costa 
2º VENERÁVEL MESTRE
De 17-07- 82 a 30-08-83

Irmão Alberto Ferreira de Abreu1º VENERÁVEL MESTRE
de 19-11-80 a 17-07-82


TEMPLO DA FAR
Sessões 

Às 3ª Feiras  -20:00hs
Endereço: 
Aug.'.Resp.'.Loj.'.Sim.'. "União Brasileira II" Nº 2085  Federada ao GOB  - Jurisdicionada ao  GOB/SC
Rito  Brasileiro  de  Maçons  Antigos  Livres  e  Aceitos  Rua Presidente Gama Rosa,36 - Trindade  88-036-260
Florianópolis - Santa Catarina -





Fonte: site www.lojauniaobrasileira.com.br


domingo, 6 de janeiro de 2013

AUG.´. RESP.´.  BENF.´. da ORD.´.  LOJ.´. SIMB.´. 
 GUATIMOZIM  Nº 2107



A LOJA PRIMAZ DO RITO BRASILEIRO NO 
DISTRITO FEDERAL.

Dados retirados do site www.guatimozim.org.br
*** Textos trabalho do Ir.´. Inocêncio de Jesus Viégas (23.06.10)

A loja Guatimozin é a loja Primaz do Rito Brasileiro do Distrito Federal, foi fundada de fato e de direito em 07.06.1981, domingo de Pentecostes. 

Fundadores:

Antônio Augusto Pessoa de Almeida
Guilherme Fagundes de Oliveira
Iratan da Silva Rodrigues
Ivaldo de Melo Medeiros
Marco Antonio Wolovkis Braga
Natalicio Alves Barreto
Paulo César Pedroso de Campos
Pedro João Seguins

Endereço para visitação: SCLN 304 BL A (Ed.´. Aurora de Brasilia), Entr. 70 - Sub solo - Asa Norte.
Sessões - Quarta-Feira
Horário 20:00 

***

Como o Rito Brasileiro se estabeleceu no DF.

Ivaldo Medeiros nos conta, como se efetivou em Brasília de direito e de fato o Rito Brasileiro.

"O Irmão Iratan foi iniciado em 1975, em Loja do Rito Brasileiro. Por força da profissão, é transferido para Brasília onde não havia Loja do Rito Brasileiro, passando a freqüentar Lojas de outros Ritos mas sempre imbuído do pensamento de em breve fundar uma Loja do Rito Brasileiro.

O Irmão Marco Antonio W. Braga, iniciado em 1968, tendo um espírito empreendedor, também desejou fundar uma loja do Rito Brasileiro no Rio de Janeiro, com o nome de Guatimozim e chegou a comprar os livros para uso da futura Loja, para concretizar o seu objetivo. Não o realizou tendo em vista sua vinda para Brasília e aqui passou a lutar pelo seu velho sonho.

Num encontro casual dos dois irmãos, Iratan e Marco Antonio, na residência do irmão Edmar Storti, concordaram os três em fundar a tão sonhada Oficina e marcaram um novo encontro para tratar do assunto, ficando cada um encarregado de convidar outro irmão interessado em fundar uma Loja Maçônica.

Iratan levou os irmãos Pessoa e Pedroso; Marco Antônio levou Ivaldo; Ivaldo levou Pedro Seguins, João Batista Cavalcante e Natalício; Natalício levou Hamilton. Essa reunião foi no dia 7 de junho de 1981, um domingo de Pentecostes.



A         Guatimozim       foi          formada              por:       Dois       Irmãos da Estrela de Brasília, Marco Antonio e Fagundes de Oliveira que assinou posteriormente como fundador. Dois da Águia do Planalto; Natalício e Ivaldo. Três da Pitágoras: Iratan, Pedroso e Pessoa e um da Loja Beckman de São Luis do Maranhão, Irmão Pedroso Seguins.

As reuniões da Loja passaram a ser feitas no Templo da Estrela de Brasília , cedido pelo então Ven Irmão Amaro Miguel Leite. A loja Hipólito da Costa colaborava com o material e com obreiros, sob a liderança do seu VenIrmão Ivan Lima Verde. Muitas das reuniões, entretanto, foram realizadas em residências de Irmãos onde resolviam coisas de maior importância, nessas reuniões administrativas.
A solenidade de regularização ocorreu no dia 7 de outubro de 1981, dirigida pelo Irmão Lima Verde. No dia 27 de novembro de 1981, foi realizada a cerimônia de sagração do estandarte também presidida pelo Irmão Lima Verde. O estandarte foi confeccionado pelo Irmão Vicente Gomes Machado e patrocinado pelo Irmão Hamilton. O Irmão Vicente Gomes Machado ainda confeccionou o Esquadro e o Compasso que a Loja usa até hoje.
Com essa fundação, o Rito Brasileiro passou a dar os seus primeiros passos no Planalto Central do Brasil.


sexta-feira, 4 de janeiro de 2013


Um Rito em formação



Sim, o Rito ainda não se consolidou tanto em aspectos ritualísticos, de moda especial, como em aspectos doutrinários, de modo geral. Sem perceber, vamos nós desta geração pós‐Candinho (Cândido Ferreira de Almeida, o Grande Primaz que antecedeu a Nei Inocêncio), vamos nós realizando uma história espontânea, em que completamos e, de certo modo, modificamos, atualizando, a doutrina monumental construída por Álvaro Palmeira.

Coube a Álvaro Palmeira o papel de ter reformulado a doutrina do Rito em 1968, destarte, e por outras providências, passando à história como o reimplantador vitorioso. Dr. Álvaro instituiu a doutrina atual ao escrever, naquele 1967/1968, todos os rituais do Rito, ademais de sua Constituição, Regulamento e tantos outros documentos que ainda aguardam estudos mais profundos e divulgação. Um monumento doutrinal completo. Porém, pela própria dinâmica da cultura brasileira, o Rito vem sofrendo transformações, não só em sua ritualística propriamente dita, mas, de modo mais significativo, em seus fundamentos doutrinários.

A própria Palmeira, em 1968, trazia‐nos coisas novas. Nada, após Palmeira, pode se comparar aos velhos temas pioneiramente abordados por José Firmo Xavier em Pernambuco no século passado. Nenhuma semelhança doutrinária – só o nome: Rito Brasileiro. José Firmo, na realidade, assumira idéias que não poderiam prosperar, haja vista a dedicação (ao Papa e ao Imperador), a vitaliciedade da chefia instituída por Firmo o seu próprio favor, a exclusiva filiação de brasileiros – fator este que, cá entre nós, é também ferido por quem envereda pelo conceito de um rito patriótico (este um atributo, patriotismo, que, sem muita reflexão, ainda hoje, pretendem conferir ao Rito – parece‐me um erro).

ÓBICES À EXPANSÃO
Embora a ausência de documentos comprobatórios, o dito patriotismo teria sido também, um dos óbices à época de 1914, quando o Rito foi instituído no GOB por Lauro Sodré e seus companheiros. Tirava‐nos a necessária universidade, impedindo a expansão. Bem verdades, como em parte ao Rito de Firmo Xavier, na criação de Lauro Sodré faltavam outros elementos. Por exemplos: rituais (que permitissem a prática regular e uniforme do Rito), um estatuto ou constituição (que lhe fixasse os elementos doutrinários fundamentais) e uma Oficina Chefe, hoje o Supremo Conclave (que zelasse pelos arcanos do Rito). Não importa que, em documentos iniciais (assim no Decreto nº 500, de Lauro Sodré, 23 de Dezembro de 1914, e na Resolução determinada pelo Decreto nº 554, de Veríssimo da Costa, 13 de junho de 1917) haja referências a uma Constituição do Rito que conteria declaração de princípios, estatutos, regulamentos, rituais e demais institutos – isso parece não ser fidedigno. 

Tudo indica que se mencionava o que de fato não existia ainda ou, se existisse, não teria a necessária divulgação. Em 1940, Otaviano Bastos e seus companheiros, entre eles Palmeira, tentariam corrigir estas deficiências, instituindo a Oficina Chefe, solenemente instalando o Supremo Conclave do Brasil a 17 de fevereiro de 1941, conforme Ato de nº 1671, do Grão‐Mestre Rodrigues Neves, de 3 agosto de 1940 (nomeando sete Irmãos para formarem o núcleo inicial), complementado pelo Ato de nº 1636, de 6 de fevereiro de 1941, do mesmo Grão‐Mestre, designando comissão regularizadora. Este Conclave adormeceria logo a seguir. Voltaria apenas em 1968, reavivando por Palmeira, já Grão‐Mestre, pelo célebre Decreto nº 2080, de 19 de março daquele ano.

Em 1940 seria divulgada uma Constituição, cuja existência Otaviano Bastos diria ser de 1914. Viriam, também (1940), os primeiros esboços de rituais. E tudo ali, em 1940, era patriótico: a aclamação (Ciência, Razão, Brasil), a palavra de passe (Brasil), a decoração verde‐amarelo dos templos (paredes, altares, dossel), a
exigência de “ser de preferência brasileira”. 

Em grandes linhas a decoração patriótica, inclusive dos aventais, é mantida até hoje (1999) por nossos Irmãos sob jurisdição do Supremo Conclave Autônomo – sede em Cataguases, Minas Gerais, onde foi instalado, na Loja Labor e Civismo a 10 de fevereiro de 1974, e se desenvolveu sob a liderança do professor Lysis Brandão da Rocha, um dos vultos maçônicos que mais prezo e admiro pelas lições pessoais extraordinárias que me transmitiu. Presto Homenagem. Pois bem, Palmeira conhecia esses óbices. Tanto que, no mencionado Decreto 2.080/68, seria explícito em afirmar o fracasso dos movimentos anteriores a 1968, atribuindo‐o a “falta de Rituais completos e ausência de governos no Filosofismo do Rito” (sic), bem como à falta da necessária universidade. Segundo o Decreto, caberia ao Supremo Conclave, então reimplantado, a missão de colocar o Rito “rigorosamente acorde às exigências maçônicas de Regularidade internacional, fazê‐lo de âmbito universal, separar o Simbolismo do Filosofismo (sic) e constituí‐lo em real veículo de renovação da Ordem, conciliando a Tradição com a Evolução.”

O APELO DE UM SÉCULO
Todos conhecem o dito Apelo de um Século – lançado em 1864 por Antônio Miguel Dias, sob o pseudônimo de “um Cavaleiro Rosa‐Cruz”, em sua obra clássica Biblioteca Maçônica ou instrução Completa do Franco‐Maçom, só seria atendido (segundo Palmeira) apenas em 1968 com a reimplantação do Rito Brasileiro – o Apelo pedido por “um Rito novo e independente (grifos do próprio autor) que, tendo por base os Graus Simbólicos e comuns a todos os Ritos, tenha, contudo os altos Graus Misteriosos diferentes e nacionais.” Constitui‐se na idéia fundamental do Rito Brasileiro. Palmeira, sem dúvida amenizando a idéia de patriotismo (que pode ser encontrada no Apelo), explicaria com clareza que o autor, “Quando se referiu aos Altos Graus ‘diferentes e nacionais’, não estava, evidentemente, pretendendo criar uma Maçonaria nacional, o que seria uma negação da Ordem Universal, tanto que encareceu fossem os Graus Simbólicos do novo Rito comuns a todos os Ritos. E é nesse ponto precisamente que se resguarda a unidade doutrinária da Ordem.” 

Presente a idéia de o Rito Brasileiro ser o rito dos brasileiros, não por questões patrióticas, ou de ufanismo, mas sim pelo aspecto prático de permitir que os brasileiros tenham o nosso próprio rito, praticando Maçonaria segundo a nossa própria maneira ou cultura.

Sim, a palavra chave não é patriotismo, é cultura – a grosso conceito, o modo como cada povo resolve as suas necessidades mais essenciais – como conversa, prepara seus alimentos, veste‐se, ama, honra a Deus, educa os filhos, relaciona‐se com seu próximo. O jeitão do brasileiro, o nosso modo de fazer maçonaria.

Trata‐se de cultura brasileira. O Rito, sendo nosso e apenas nosso, não depende da opinião ou de valores que nos sejam trazidos do exterior. Podemos adotá‐los (opiniões e valores), mas não compulsoriamente. Palmeira dá a chave: “conciliar Tradição e Evolução.” Nesta geração podemos dizer: conciliar o Universal ai Nacional. Ou na própria palavra de Palmeira: “... manter fidelidade à universal Tradição maçônica do Simbolismo, mas os Altos Graus serem formulados sob a influência do meio histórico e geográfico da Pátria em que se vive, sob a sua índole, inspiração e pendores.”

A COR DO RITO

Este um bom tema para exemplo da tese, segundo a qual, conforme a cultura brasileira, esta geração vai modificar a doutrina. O Rito era verde‐amarelo, patriótico. Assim documentos que nos foram deixados por Otaviano Bastos e a reminiscência sustentada sob jurisdição do Supremo Conclave Autônomo. Contudo pensamos, pensamos e, de repente, sem que tenha havido nada de intencional, passamos a discutir no Supremo Conclave, qual seria a Cor do Rito. E veio a idéia: é violeta.

Sustentada por inumeráveis razões e justificativas de ordem mística ou simbólica, não cabe aqui discutir. O certo é que realizamos uma aspiração nossa, de nossa própria gente. Soberanamente discutindo o assunto no Supremo Conclave do Brasil, concluímos por dizer: a Cor do Rito é violeta. E não houve razões patrióticas. Predominou apenas a jeitão brasileiro. Nosso fervor místico, nosso romantismo, sabe lá. Predominou o misticismo. Outros Ritos por certo não poderiam fazer adoção tão radical, eis submetido a fatores históricos e organismos inteiramente exteriores, sem qualquer possibilidade de serem influenciados pela cultura brasileira. Haja vista, por exemplo, a interessante discussão em torno da cor com que devem ser decorados os templos do Rito Escocês Antigo Livre e Aceito. E da cor violeta – Cor do Rito – viria a adoção do uso da gravata colorida. 

Ainda indefinida: qualquer coisa em torno do vermelho. É difícil um padrão violeta, O violeta puro não deu um esperado gosto estético para cor de gravata. São muitos os problemas, mas vamos nós orgulhosamente ostentando as novas gravatas do Rito, reforçando o espírito de corpo (ou de porco, diriam críticos contundentes, que sempre existem).

Perceber que, na realidade, ao se adotar o violeta como Cor do Rito, nesta adoção há todo um formulação doutrinária, infinita na medida em que são infinitas as interpretações simbólicas quanto a esta cor.

CONFLITOS A CONCILIAR

Outros temas doutrinários possuíram, gerando modificações paulatinas, quase imperceptíveis da doutrina. Por exemplo, esse tópico, misticismo. Pouco discutido, ainda.

O Rito é teísta. Assim a definição inicial imposta por Palmeira nos documentos que redigiu em 1967/68: rituais, Constituição, Regulamento do Rito, outros. Em 1992, a Convenção Nacional realizada no Rio de Janeiro discutiu e aprovou quase por unanimidade: o Rito é Teísta. Houve votos contrários.

Dignamente entendiam que a relação do homem com Deus é assunto íntimo, não devemos integrar o quatro das confissões obrigatórias que um Obreiro deve fazer para filiar‐se a determinado corpo maçônico. Tudo bem. O certo é que confirmamos esta geração: o Rito é teísta. Significa: afirmação da existência de Deus, da possibilidade de Deus revelar‐se (Revelação Divina), de Deus interferir em nossas vidas (Providência Divina).

Teístas. Cabe‐nos assim combater a superstição. Contudo há elementos delicados que se aproximam quase sem serem notadas, às vezes constituindo‐se em grosseira superstição, ou idolatria, às vezes legítima manifestação de forças místicas interiores. Um tema difícil, entregue aos cuidados dessa nossa geração: conciliar a Razão com a Fé.

UM EXEMPLO, MUITO DELICADO:
O RITUAL DO GRAU33

Dr. Palmeira, em 1968, dando estrutura ao Rito escreveu todos os nossos rituais, simbólicos e filosóficos. Menos o do Grau 33, deixando‐nos cópia servil do adotado no Rito Escocês Antigo e Aceita aqui no Brasil. Pois bem, valendo outra vez as aspirações mais legítimas, procurou‐se, no Supremo Conclave, adotar ritual próprio. E um novo ritual foi aprovado e vem sendo praticado nesta década de 90. De conteúdo fortemente místico, tem merecido críticas leais, embora adesão sem restrições e muito satisfatórias. Vamos vivendo. Uma fase nova, plena de elementos que nós mesmos adotamos sem dever explicações a nenhum órgão estrangeiro, sem esquecer, contudo, que devemos conciliar a Razão com a Fé. Devagar, sem conflitos. O exato ponto de equilíbrio. O modo brasileiro de um homem relacionar‐se a Deus.

O QUE SIMÕES TEM A VER COM TUDO ISSO

Pensará o leitor que me esqueci do Posfácio. Nada disso. Tudo aqui foi escrito para dizer: Simões é “um fazedor de idéias”. Normalmente anda à frente e – não tenho constrangimento na confissão pública – é um dos Irmãos que me põem a pensar e, mesmo contrariado de início, no fim acabo concordando com o Simões, tal a profundidade e correção de seu pensamento. Cabe registro histórico. Coube ao Simões a idéia original de adotar a Cor do Rito: Violeta. Mais: o Simões preparou e teve aprovado no Supremo Conclave o Ritual do Grau 33 que hoje (1999) praticamos. Por isso, à guisa de posfácio, foi feito um registro histórico.

Esse é o Autor que Você, amigo/Irmão leitor, acabou de apreciar. Cogite‐o com cuidado. Procure nas linhas lidas uma reflexão mais profunda. Não é muito fácil entendê‐lo de início, mas é um deleite encontrar as verdades que revela Congratulo‐me com o Leitor, Pelo presente que recebemos.

Para terminar, uma grata missão. O Soberano Grande Primaz do Rito, nosso Irmão Nei Inocêncio dos Santos, uma figura extraordinária de amor à Ordem, devoção ao Rito, capacidade de trabalho, muito chegado ao Simões, pediu‐me cumprisse o dever de agradecer e cumprimentar o autor e os editores em nome do Supremo Conclave do Brasil, o que faço com muita honra e grande alegria. Aceitem estes elevados cumprimentos, com votos de prosperidade. O escritor: as duras horas de trabalho, suprimidas do descanso merecido a quem tanto já fez por nossa Ordem. Obrigado. Os editores, pela confiança no Rito Brasileiro que vai crescendo, pregando a pluralidade de ritos e pugnando pelo crescimento dos demais ritos e corpos maçônicos, mas que ainda sofre a incompreensão de alguns círculos, cada vez mais reduzidos, bem se diga. Estão de parabéns os editores. Sabemos que este livro vai motivar como disse Palmeira (O Apelo..., op. Cit., idem):

“Que se formem, por toda a parte, URBI ET ORBI, “Lojas do Rito Brasileiro, para que a Ordem Renovada possa enfrentar, com êxito, o fascinante desafio dos tempos Novos.” 

Por isso, obrigado!

Que a Paz e a Graça de Deus, o Supremo Arquiteto do Universo estejam em todos os corações.

Felicidades!


Vila Isabel, Rio de Janeiro, janeiro de 1999.


Fernando de Faria
Grande Instrutor do Rito Brasileiro

quinta-feira, 3 de janeiro de 2013


Preceitos do Rito Brasileiro


·         Rito Brasileiro é teísta, afirmando a crença em um Deus
Criador - Supremo Arquiteto do Universo.

·         Acata os Landmarques e os demais princípios tradicionais
da Maçonaria, atendendo a todos os requisitos
da Ortodoxia Maçônica.

·       A base do Rito é a Maçonaria Simbólica de São João, sob a
jurisdição de potência maçônica regular. Sobre ela, eleva-se
a hierarquia de 30 Altos Graus, sob a jurisdição do
Supremo Conclave do Rito.

·         Dedica-se o Rito Brasileiro ao aperfeiçoamento dos
Maçons, conciliando a Tradição com a Evolução.

·         Especializa-se no cultivo da Filosofia, Liturgia, Simbologia,
História e Legislação Maçônica, estudando os grandes
problemas nacionais e universais e suas implicações e
consequência no futuro da Pátria e da Humanidade.


· Combate a superstição, conciliando a Razão com a Fé.

·         incentivo e a prática do Civismo constituem-se
em um dos altos objetivos do Rito Brasileiro.

- - - 
O Rito Brasileiro esta aberto a Maçons de todos 
os Ritos no âmbito do seu Grau.

Seja qual for o seu Rito,
Visite uma oficina do Rito Brasileiro



terça-feira, 1 de janeiro de 2013

Meus IIr.´. com pesar comunicamos o falecimento do nosso 
Ir.´. Damon Pinheiro Michalski.



Fundador e grande incentivador das Filhas de Jó no estado do RS, Mestre Instalado pela B.´.A.´.R.´.L.´.S.´. Sabedoria e Prudência 78.

As ultimas homenagens estão sendo prestadas hoje dia 1º.01.13,  no templo da loja Sabedoria e Prudência 78, localizado na Rua Oscar Schneider, 533 - Bairro Medianeira - Porto Alegre. 





CHEGOU 2013!



Hoje começa um novo ano. Que o SADU ilumine o seu lar com muito amor no coração e fraternidade. 

Nosso blog completou  8 meses divulgando o trabalho dos Maçons Antigos Livres e Aceitos, com total Liberdade Absoluta de Consciência, só temos a agradecer cada Ir.´. que esteve ao nosso lado, cada loja que permitiu a divulgação dos seus trabalhos. O nosso muito obrigado  aos IIr.´. das três potências regulares do nosso país. Agradecemos as potências filosóficas que nos apoiaram.

Nestes 8 meses mais de 13.150 pessoas visualizaram o nosso blog, foram postadas 156 matérias.

Recebemos visita de IIr.´. dos mais diversos países os quais relacionamos:

Argentina
Alemanha
Belize
Bolívia
Brasil
Canada
Chile
Colômbia
Espanha
Estados Unidos
França
México
Paraguai
Peru
Portugal
Reino Unido
Russia
Turquia
Uruguai
Venezuela

Esperamos que em 2013 possamos estarmos mais unidos, a casa é de todos os maçons antigos livres e aceitos.

UM FELIZ 2013!!!





São os votos do seu blog. Rito Brasileiro de MAÇONS ANTIGOS LIVRES E ACEITOS.